sexta-feira, 15 de junho de 2012

SER


O exercício do ridículo nos liberta
Das certezas imutáveis
Ter medo faz parte do processo
Somos seres frágeis
Sujeitos a chuvas e trovoadas
E a lindos dias de sol e noites de luar.
Riso, gozo e alegria burlam a censura.
Sonhar e desejar tem poder de cura.
Assuma o papel de autor da própria história
Não se preocupe se a escolha é certa
Apenas caminhe para a luz.
Tenha a sombra por companheira.
O escuro apura os outros sentidos
Pular o muro e abraçar a loucura.
Atitude é preciso para cruzar a fronteira.


Nathalia Leão Garcia

Rio, 15 de junho de 2012.



REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA

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